
Seca no AM: emergência em saúde cita perda de 16 cilindros de oxigênio em Borba
Estado decretou emergência em saúde pública por 180 dias após estiagem e naufrágios comprometerem medicamentos e oxigênio em municípios do interior.

Estado decretou emergência em saúde pública por 180 dias após estiagem e naufrágios comprometerem medicamentos e oxigênio em municípios do interior.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram fogo e fumaça no km 84 de Autazes, município em emergência; secretário de Saúde fala em envio de ajuda.

Pasta identifica 12 municípios que precisam de apoio na saúde e avalia consumo de oxigênio; governo do AM decretou emergência em 36 cidades.

Gravação de 19 de agosto revela que corporação não tinha viatura disponível para atender incêndio na comunidade Nova Aliança, em Manacapuru, no interior do AM.

Município do interior suspendeu aulas presenciais e mobilizou caminhões e aeronaves; qualidade do ar foi classificada como muito ruim na quarta-feira.

Queimadas florestais colocaram 36 dos 62 municípios do Amazonas em emergência, e especialistas explicam como a fumaça viaja até Manaus.

Força-tarefa federal atua com 11 aeronaves e 290 brigadistas; Manaus ainda tinha o ar mais poluído do Brasil na manhã desta terça, segundo o IQAir.

Decreto 55.751, de 10 de outubro, vale por 180 dias e inclui Manaus, Parintins, Tefé e Lábrea; fumaça das queimadas preocupa autoridades.

O ministro Waldez Góes detalhou a força-tarefa com 11 aeronaves e disse que a União só pôde agir após o estado decretar emergência em 36 municípios.

Reconhecimento do MIDR valida decreto estadual e abre caminho para recursos federais; 290 brigadistas e aeronaves reforçam o combate.