Aleam debate participação feminina na política e resgata marcos do voto feminino

Em sessão plenária, Rozenha (PSD) e Brena Dianná (UB) defenderam ampliar a presença de mulheres nos espaços de decisão e lembraram a conquista do voto em 1932.

Em sessão plenária, Rozenha (PSD) e Brena Dianná (UB) defenderam ampliar a presença de mulheres nos espaços de decisão e lembraram a conquista do voto em 1932.
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Na sessão plenária desta terça-feira (3), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputados estaduais trataram da participação das mulheres na política. O deputado Rozenha (PSD) defendeu a ampliação da presença feminina nos espaços de representação e afirmou que um parlamento com mulheres tem dignidade, justiça, coragem e sensibilidade.

No mesmo debate, a deputada Brena Dianná (UB) destacou a luta histórica pelo sufrágio e a necessidade de mais representatividade feminina nas instâncias de decisão. Segundo a parlamentar, o voto, hoje visto como algo natural, resulta de décadas de mobilização e de barreiras sociais e políticas enfrentadas pelas mulheres.

Os marcos citados no plenário

Rozenha lembrou a conquista do voto pelas mulheres no Brasil, na década de 1930, e observou que, embora a medida tivesse motivação política naquele momento, ela terminou por reforçar a presença feminina nas escolhas eleitorais do país.

Brena Dianná apontou o dia 3 de novembro de 1930 como momento importante na mobilização pelo sufrágio feminino. Conforme a deputada, o reconhecimento veio em 24 de fevereiro de 1932, quando o Código Eleitoral assegurou às mulheres o direito de votar.

A parlamentar também chamou atenção para as restrições da conquista inicial, já que o direito não chegou a todas as brasileiras em igualdade de condições. Para ela, o reconhecimento dos direitos políticos femininos é uma conquista histórica, mas a luta por maior participação nas instituições públicas precisa continuar.

O que o debate permite concluir

As falas registradas pela Aleam tratam de um marco legal já consolidado — o Código Eleitoral de 1932 — e de uma avaliação sobre a representatividade atual, sem apresentar, no material divulgado, propostas de projeto, prazos ou medidas concretas em tramitação. O conteúdo divulgado não informa dados sobre a proporção de mulheres eleitas ou filiadas no Amazonas.

A distinção entre o direito ao voto, garantido desde 1932, e a efetiva participação nos espaços de decisão, apontada por Brena Dianná, é o eixo do pronunciamento. O texto da Aleam não detalha quais restrições históricas excluíram parte das mulheres da conquista inicial nem apresenta números sobre a composição atual do Legislativo estadual.

Foto: Matheus Rodrigues/Aleam

Fontes: Aleam — https://www.aleam.gov.br/deputados-abordam-participacao-feminina-na-politica-durante-sessao-plenaria-desta-terca-feira-na-aleam/

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