O querosene de aviação (QAV) vendido pela Petrobras às distribuidoras subiu 7,2% a partir de 1º de novembro, o que representa acréscimo de R$ 0,45 por litro. Segundo o Portal do Holanda, é o terceiro reajuste seguido do combustível.
Para Manaus, o encarecimento ocorre em uma capital isolada por terra do restante do país e que depende do transporte aéreo tanto para viagens de trabalho e lazer quanto para visitas a familiares em outros estados. A fonte relata que os voos para a capital amazonense já estão entre os mais caros do Brasil.
O que já subiu e o que ainda pode subir
O reajuste de novembro é o mais recente de uma sequência: conforme o texto de origem, setembro registrou alta média próxima de 13,9%, e outubro teve elevação de cerca de 12% em algumas bases. A Petrobras atribui o movimento à escalada das cotações internacionais do QAV, pressionadas por tensões no Oriente Médio e pela redução da capacidade de refino na Rússia e na Ucrânia por causa da guerra entre os dois países.
A distinção relevante para o leitor é que a alta anunciada se refere ao preço do combustível vendido pela estatal às distribuidoras, não ao valor final da passagem. A fonte afirma que cada novo reajuste tende a se refletir no preço das passagens vendidas em aplicativos e agências com alguma defasagem, sem informar prazo, percentual de repasse ou valor médio das tarifas em Manaus.
O material recebido também não informa se as companhias aéreas que operam na capital amazonense já anunciaram reajuste de tarifas nem se há pedido de revisão de preços em análise. O espaço segue aberto para manifestação.
Efeito além da passagem
De acordo com a fonte, parte da carga aérea que abastece a Zona Franca de Manaus também sente o custo do combustível das aeronaves. O texto cita como exemplos itens eletrônicos e peças de reposição de prazo curto, que podem somar-se a outras pressões de custo logístico da indústria local.
A Petrobras sustenta que a fórmula adotada no país procura atenuar variações de curto prazo, o que teria deixado os reajustes brasileiros mais moderados do que os do mercado externo, onde as companhias aéreas convivem com revisões diárias. O material não detalha a metodologia dessa fórmula nem apresenta comparação numérica entre os preços praticados no Brasil e no exterior.
Sobre o que o passageiro pode fazer diante do cenário, a orientação prática registrada na fonte é antecipar a compra de passagens e comparar preços entre companhias sempre que possível. O texto acrescenta que o combustível mais caro deve continuar enquanto perdurarem as tensões geopolíticas que pressionam o mercado internacional.
Foto: Reprodução/Portal do Holanda
Fontes: Portal do Holanda — https://www.portaldoholanda.com.br/economia/terceira-alta-seguida-do-querosene-de-aviacao-encarece-ainda-mais-voar-para-manaus





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