Sorriso Maroto faz show de despedida do Samba Manaus na Arena da Amazônia

Grupo é a oitava atração do último dia do festival, com 12 horas de shows, e encerra uma trajetória iniciada em 2001.

Grupo é a oitava atração do último dia do festival, com 12 horas de shows, e encerra uma trajetória iniciada em 2001.
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O Samba Manaus se despede dos palcos em 10 de outubro, na Arena da Amazônia, em Manaus, em uma maratona de 12 horas de música. O grupo Sorriso Maroto — Bruno Cardoso, Cris, Sergio Jr., Vini e Fred — é o oitavo nome na ordem de apresentações e ocupa um dos dois palcos montados pela Fábrica de Eventos, responsável pela criação do festival.

Em entrevista ao g1, o vocalista Bruno Cardoso disse sentir uma “dor imensa” com o encerramento do que ele descreve como um dos principais encontros de samba e pagode do Brasil. Ele afirmou que a banda esteve em todas as edições e que o festival funcionou como uma escola para o grupo.

Segundo o cantor, a proposta é levar o público a uma “máquina do tempo” e cantar todas as fases do Sorriso no evento. Ele afirmou que sentirá falta desse tipo de encontro, que reúne vários nomes do samba e do pagode no mesmo palco.

Line-up e ingressos

Além do Sorriso Maroto, o g1 informa que o line-up nacional traz Thiaguinho, Belo, Pixote, Dilsinho, Jeito Moleque, Jorge Aragão e Xanddy Harmonia. Entre os artistas locais estão Mikael, Uendel Pinheiro e Ases do Pagode.

A venda de ingressos segue pelo site bilheteriadigital.com e nas lojas Oba Ingressos, nos shoppings Millennium e Manauara. Nos pontos de venda físicos, o parcelamento chega a cinco vezes sem juros no TeuCard e a três vezes sem juros nos outros cartões, de acordo com o g1.

Como o festival começou

Segundo o g1, a criação e a consolidação do Samba Manaus são atribuídas à Fábrica de Eventos, comandada pela empresária Bete Dezembro. Algumas reportagens situam o início no fim dos anos 1990, mas os registros históricos indicam 2001. A ideia original previa três nomes nacionais e cerca de dez horas de música ao vivo; com a repercussão, o formato passou a ocupar dois dias e, depois, três dias seguidos.

O Sambódromo de Manaus foi o cenário principal dessa trajetória, que recebeu produções de grande porte e público numeroso. Uma das passagens lembradas é o “Café da Manhã com Harmonia”, quando o Harmonia do Samba se apresentava nas primeiras horas da manhã e mantinha a festa acontecendo. Outra é a presença de Regina Casé, então à frente do Esquenta!, da TV Globo — episódio que ajudou a projetar o festival para todo o país.

De acordo com o g1, o Samba Manaus marcou diferentes gerações, teve impacto na economia criativa da região e entrou para a memória dos amazonenses. Com o tempo, passou a ser descrito como uma experiência coletiva, com reencontros de amigos e histórias que atravessam gerações — e não apenas uma sequência de shows.

Em julho de 2025, Bete Dezembro comunicou o encerramento do festival para 2026, dentro das comemorações de 25 anos da Fábrica de Eventos, conforme o g1. A despedida ficou marcada para 10 de outubro, na Arena da Amazônia, com uma programação de 12 horas e 11 shows.

Foto: Sandro Mendonça/Divulgação

Fontes: G1 Amazonas — https://g1.globo.com/am/amazonas/role-amazonas/noticia/2026/10/10/sorriso-maroto-promete-levar-fas-a-uma-maquina-do-tempo-na-despedida-do-samba-manaus.ghtml

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