Manaus amplia rede de monitoramento do ar com sensores da Defesa Civil

Sistema Selva, da Prefeitura com a UEA, mede partículas no ar em dois pontos da capital e pode embasar alertas à população.

Sistema Selva, da Prefeitura com a UEA, mede partículas no ar em dois pontos da capital e pode embasar alertas à população.
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A Prefeitura de Manaus passou a acompanhar a qualidade do ar na capital com mais alcance por meio do Sistema Eletrônico de Vigilância Ambiental (Selva), que mede a concentração de partículas na atmosfera, entre elas as originadas pela fumaça de queimadas. A operação é da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil Municipal (Sepdec), em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Hoje a rede tem equipamentos em dois locais: a sede da Defesa Civil, no bairro Compensa, zona Oeste, e o ramal do Brasileirinho. Os sensores medem a concentração de partículas, e a plataforma enquadra o ar em faixas que vão de boa a péssima.

O que os dados mostram

De acordo com a Defesa Civil, a capital teve, há pouco tempo, áreas com índice classificado como péssimo enquanto a fumaça era intensa. O secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil Municipal, coronel Lima Júnior, afirma que parte dessa fumaça vem de queimadas em municípios vizinhos, citando Itacoatiara e Autazes.

Os registros servem de base para alertas e orientações de proteção à população. O sistema também alimenta o Núcleo de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil (NumaDec), que acompanha situações de risco.

Ampliação em estudo

A prefeitura avalia colocar novos sensores em pontos estratégicos da cidade, o que ampliaria a cobertura e ajudaria a localizar as áreas com mais poluentes. O objetivo declarado é reforçar a prevenção aos efeitos da fumaça, sobretudo em épocas de seca e de queimadas na Amazônia.

A distinção entre o que já funciona e o que ainda está em avaliação é o ponto central para o leitor: a fonte informa dois locais de medição em operação, e a expansão para outros pontos não tem quantidade, prazo ou endereços definidos no material divulgado. A escala que vai de boa a péssima serve de referência para eventuais alertas, mas o texto não detalha critérios técnicos nem valores de concentração que separam cada faixa.

Foto: Reprodução/Imediato Online

Fontes: Imediato Online — https://imediato.ncnews.com.br/2026/10/24/manaus-monitoramento-ar/

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