A Galeria de Arte da Universidade Federal do Amazonas (GAU), ligada à Faculdade de Artes (Faartes), recebe até 19 de novembro quatro exposições individuais de estudantes do curso de Artes Visuais: Haisha, Sabbão, Saturwnn e Sayuki. Segundo o Fato Amazônico, a galeria nunca havia realizado esse formato de individuais e a programação segue a linha de estímulo à produção artística já adotada pela faculdade.
As mostras têm curadoria dos professores Paulo Simonetti e Samantha Karlia e reúnem abordagens estéticas, técnicas e processos criativos distintos. Conforme a publicação, cada artista pôde escolher livremente materiais, formatos, suportes e linguagens, o que resultou em caminhos próprios de pesquisa e expressão visual.
Como os quatro foram escolhidos
Os nomes vieram de indicações feitas pelo público que visitou o I Salão de Artes Visuais da Faartes, evento realizado entre o fim de 2025 e o início de 2026. De acordo com o texto, a ideia é valorizar quem chamou a atenção dos visitantes e abrir a esses estudantes a chance de mostrar trabalhos em mostras solo, ao mesmo tempo em que se busca aproximar a comunidade das atividades da galeria e reforçar a produção visual discente.
Essa origem distingue as quatro mostras de uma seleção por edital ou por convite direto da curadoria: a indicação partiu da visitação ao salão anterior, e a galeria transformou esse retorno em programação própria. O material recebido não detalha critérios, número de indicados nem como se deu a escolha final entre os nomes sugeridos.
O que cada artista apresenta
Em “Esculpido a Machado”, Haisha trabalha com suportes incomuns tirados do espaço da cidade, investigando o potencial expressivo de objetos que fazem parte do dia a dia. Sabbão leva “Ainda Estou Me Tornando”, que parte de memórias afetivas e autorretratos para investigar formas de existir, perceber e lembrar, indo além da representação física do rosto e do corpo.
Já “Entrelunas”, de Saturwnn, propõe um olhar feminino sobre luto, desejo e a existência das mulheres em uma sociedade que, segundo a descrição da mostra, frequentemente tenta definir seus lugares e identidades. Sayuki apresenta “Resquício Soturno”, pesquisa visual marcada pelo vermelho que trata de sentimentos intensos e melancolia, articulando preservação, transformação e resistência.
Para o leitor que pretende visitar, a informação disponível é o prazo: as quatro individuais seguem na GAU até 19 de novembro. O texto de origem não informa horários de funcionamento, endereço detalhado dentro do campus nem se há entrada gratuita, dados que o material recebido não permite confirmar.
Foto: Reprodução/Fato Amazônico
Fontes: Fato Amazônico — https://fatoamazonico.com.br/galeria-de-arte-da-ufam-abre-quatro-exposicoes-individuais-de-artistas-indicados-pelo-publico/





Deixe um comentário