O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, disse em 16 de outubro que autoridades já chegaram a suspeitos de atear fogo de forma criminosa no Amazonas. Conforme o ministro, as apurações continuam e prisões podem ocorrer em breve.
A fala ocorreu em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, em Brasília. Capobianco afirmou que equipes trabalham no terreno para localizar os responsáveis e evitar que crimes ambientais fiquem sem punição.
Investigação e forças envolvidas
O levantamento sobre os incêndios criminosos abrange Manaus e mais 19 municípios no entorno da capital amazonense. Nele atuam as polícias Federal, Rodoviária Federal e Civil do Amazonas, entre outras forças de segurança. O objetivo é identificar os autores das ocorrências e juntar provas para o avanço das apurações. Qualquer prisão depende do andamento dos procedimentos sob responsabilidade das autoridades que conduzem o caso.
O material divulgado não traz o número de pessoas já identificadas nem informa se há mandados de prisão pedidos ou expedidos. Também não detalha prazos além da referência genérica a “próximos dias”.
Dados de desmatamento
Na mesma coletiva, foram apresentados números do Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia Legal por Satélite (Prodes), que mede a perda de vegetação nativa. Segundo o governo federal, de agosto de 2025 a julho de 2026, tanto a Amazônia quanto o Cerrado registraram os menores patamares de desmatamento de suas séries históricas.
Os números do Prodes e as apurações sobre incêndios criminosos dizem respeito à proteção ambiental, mas vêm de levantamentos e procedimentos separados. A referência a prisões feita pelo ministro trata das investigações sobre queimadas, enquanto os índices do Prodes medem perda de cobertura vegetal.
Foto: Reprodução/Imediato Online
Fontes: Imediato Online — https://imediato.ncnews.com.br/2026/10/17/varios-criminosos-foram-identificados-afirma-ministro-sobre-incendios-no-amazonas/




