A onça-pintada Guardião, que vive no Zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva em Manaus, alcançou o recorde mundial de longevidade da espécie em cativeiro. O reconhecimento oficial ocorreu ao atingir 25 anos e 90 dias, superando a expectativa média de 20 anos em cativeiro e 13 anos na natureza.
O animal foi resgatado ainda filhote no município de Tabatinga, na tríplice fronteira, após a mãe ser morta pela caça ilegal em 2001. Inicialmente acolhido pelo Comando de Fronteira Solimões do Exército Brasileiro, o felino foi transferido para a capital amazonense no ano de 2007.
Segundo a administração do zoológico, a rotina de Guardião inclui acompanhamento veterinário preventivo, alimentação balanceada e enriquecimento ambiental adaptado para a idade avançada. Durante anos, ele dividiu recinto de forma pacífica com outro macho, que morreu em 2021.
De acordo com o CIGS, a longevidade do felino demonstra a qualidade do manejo e reforça a importância das ações de conservação da fauna e de combate aos crimes ambientais na região amazônica.
Foto: Exército Brasileiro/Divulgação
Fonte: G1 Amazonas — https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2026/10/06/onca-guardiao-foi-resgatada-apos-perder-a-mae-para-caca-ilegal-antes-de-conquistar-recorde-mundial-de-longevidade.ghtml



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